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Já contei aqui dos vintemil anos que eu faço faculdade né?!
Poisé, passei naquele vestibular d eprimavera de 2002. Primeiro lugar pra orgulho da familia. Mas, entre planos e enganos desse ano não passa e eu me formo, ah, eu meu formo. Já até contei aqui que entrei pra comissão de formatura né. Poisé...
A novela Kello, Sandoval, etc fica cada dia melhor,
a pedido da Carol, vou contar como foi o tal final de semana...
Depois daquele email, a conversa mudou, Sandoval virou San, um doce, nunca conheci alguém mais bem educado. Mas também ele não ia deixar por isso mesmo, não é...
A viagem foi algo como a barca do inferno, sete horas, eu disse sete horas SE-TE-HO-RAS ouvindo sertanejo universitário. Eles não ouvem moda de viola, nem Zezédi, nem Raul, nem nada. Eles só, eu disse SÓ, só ouvem Jads e judson e Jédson, e Cleidison e Vainillio e Régis...
Parando, claro em cada boteco no caminho, com o motorista o do onibus dirigindo a sessenta por hora quando ia rápido, porque a média era 45por hora, cheguei lá pensando sériamente em como voltar...
Comecei a passar mal.
Almoçamos.
E a tarde, todo mundo foi aproveitar o hotel fazenda: tiroleza, arborismo, cavalos, cachoeiras, piscina, hidro...
e eu com 40 graus de febre no quarto.
Praga do Sandoval parece ser o concenso geral
A noite liguei pra minha mãe CHORANDO de dor.
ela me mandou tomar dipirona, como eu não tomo nada que médico não mande, fui parar no hospital. O médico me receitou dipirona
-Porra doutor, dipirona minha mãe me receitou por telefone!!!
Voltamos lá, descobri que todos, não só eu estávamos só com o almoço, e isso sim, já era dez horas da noite.
O dono/chefe/proprietário da tal empresa ainda diz que não fomos lá pra comer, fomos pra trabalhar e ficamos assistindo desfile de beca até sabe-se lá que horas.
No domingo acordei cedo pra andar de balão, afinal porque outra razão eu iria pra lá, não é mesmo... Mas eles não inflaram o balão.
Titio San, começou a via crucis pra comprar todas as comissões.
Até o meio dia todos tinham seu preço.
Iríamos sair as treze e trinta... mas só saímos as quatro da tarde, porque afinal organização é o forte da empresa.
Mais sete horas de sertanejo
Tentei suicídio prendendo a respiração umas oito ou nove vezes, mas fracassada que sou não consegui.
Cenas do próximo capítulo virão...
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sexta-feira, 23 de abril de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
dez horas de voo
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É uma espécie de mania, embarcar naquilo que é óbviamente fadado ao fracasso. Como se a certeza de que não vai dar certo suprisse todas as outras necessidades de certezas.
Não há como não compará-los, um está lá, outro esteve aqui, um tem a alma que quero, o outro o corpo.
E sobre alma que está longe eu hoje fico a me fazer peguntas.
Porque dizer que se está junto, quando dez horas de voo nos separam?
Porque mesmo não podendo nos tocar, de alma somos fiéis. É isso?
Mas se antes havia alguém que comigo estava, mas ninguém podia saber, hoje ele não está, mas ainda assim todos podem saber que estamos sem estar.
Não que poder dizer "estou noiva" não tenha sido a mais reconfortante das coisas que disse desde setembro... Mas, foi quase como um dizer pra falar que segui a vida, pra dizer que sobrevivi. Afinal não me vejo assim, e bem no fundo nem estou mesmo.
Penso se segui a vida.
Porque atualmente, exceto pelas madrugadas movimentadas pelo skype, no mais a vida continua muito da igual.
Ao menos não me pesa a consciencia em me fazer perguntas, porque sei que lá, a dez horas de voo ele provavelmente se faz as mesmas perguntas. Afinal nós dois sabemos como andam nossas contas bancárias, sabemos que apesar das promessas, essas viagens beiram o impossível, e esse noivado, sei lá.
Nem eu consigo me levar a sério.
Adotamos um gato, divagamos sobre quem inventou o skype estar apaixonado, levamos nossos dias nas minucias dos detalhes, mas ainda assim não há o toque. Ainda assim, não há contato.
Que me falem os autores romanticos e seus amores a distancia, seus amores impossíveis, mas não sei se creio neles.
Não que eu não o ame, eu o amo. Mas não sou apaixonada por ele, e paixão é essencial.
Nem que ainda esteja apaixonada por aquele a quem hoje o destino me permitiu comunicar que estava noiva, nem o amo, mas ainda é mais fácil, em materia de me apaixonar de novo, que seja por esse corpo, e não por aquela alma.
E dai me pergunto,
como podemos estar noivos de novo se não estamos apaixonados? Que mania é essa nossa de sempre pensar em casar, quando nem nos ver conseguímos?
Por que afinal de contas, eu entro nesses relacionamentos fadados ao fracasso?
É uma espécie de mania, embarcar naquilo que é óbviamente fadado ao fracasso. Como se a certeza de que não vai dar certo suprisse todas as outras necessidades de certezas.
Não há como não compará-los, um está lá, outro esteve aqui, um tem a alma que quero, o outro o corpo.
E sobre alma que está longe eu hoje fico a me fazer peguntas.
Porque dizer que se está junto, quando dez horas de voo nos separam?
Porque mesmo não podendo nos tocar, de alma somos fiéis. É isso?
Mas se antes havia alguém que comigo estava, mas ninguém podia saber, hoje ele não está, mas ainda assim todos podem saber que estamos sem estar.
Não que poder dizer "estou noiva" não tenha sido a mais reconfortante das coisas que disse desde setembro... Mas, foi quase como um dizer pra falar que segui a vida, pra dizer que sobrevivi. Afinal não me vejo assim, e bem no fundo nem estou mesmo.
Penso se segui a vida.
Porque atualmente, exceto pelas madrugadas movimentadas pelo skype, no mais a vida continua muito da igual.
Ao menos não me pesa a consciencia em me fazer perguntas, porque sei que lá, a dez horas de voo ele provavelmente se faz as mesmas perguntas. Afinal nós dois sabemos como andam nossas contas bancárias, sabemos que apesar das promessas, essas viagens beiram o impossível, e esse noivado, sei lá.
Nem eu consigo me levar a sério.
Adotamos um gato, divagamos sobre quem inventou o skype estar apaixonado, levamos nossos dias nas minucias dos detalhes, mas ainda assim não há o toque. Ainda assim, não há contato.
Que me falem os autores romanticos e seus amores a distancia, seus amores impossíveis, mas não sei se creio neles.
Não que eu não o ame, eu o amo. Mas não sou apaixonada por ele, e paixão é essencial.
Nem que ainda esteja apaixonada por aquele a quem hoje o destino me permitiu comunicar que estava noiva, nem o amo, mas ainda é mais fácil, em materia de me apaixonar de novo, que seja por esse corpo, e não por aquela alma.
E dai me pergunto,
como podemos estar noivos de novo se não estamos apaixonados? Que mania é essa nossa de sempre pensar em casar, quando nem nos ver conseguímos?
Por que afinal de contas, eu entro nesses relacionamentos fadados ao fracasso?
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Pessoas que levam a internet a sério demais.
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Alguma vez seu vizinho bombadão já chegou pra você e entre um supino e outro discorreu sobre a indignação dele com a demora pra carregar determinado site?
Ou alguma vez sua prima meiabisca entre um cafa e outro indignou-se com o rumo dos blogs no Brasil?
Ainda, alguma vez, seu amigo workahollic, entre o primeiro e o segundo milhão te encaminhou algum email sobre como o orkut já não é o que era, e agora esté cheio de tilangos?
Talvez, entre uma noitada e outra sua irmã festeira já chorou horrores por que o ultimo post dela não foi comentado, enquanto que aquele blog tal, super ruim, tem dezenas de comentários?
Só mais uma perguntinha, o colega leleski, entre um beck e outro, alguma vez já encheu sua caixa de emails sobre como a internet está cheia de pessoas que não sabem usa-la?
Aposto meu dedinho minguinho do pé esquerdo que não.
Pq?
por que existe vida fora da internet.
E nós, sim eu me incluo na lista das pessoas que vivem fora daqui também, nós usamos a internet como mais um meio de informação, de diversão, entretenimento, social, cultural, ou qualquer outra coisa que seja, mas que fique claro, a grande rede, não é a unica fonte disso.
Me considero uma sobrevivente do orkut, fui uma das primeiras do meu circulo de amigos a te-lo, e assisti as pessoas abrirem e fecharem orkut dezenas de vezes.
Ah, pelo amor de Deus, quantas vezes vou ter que clicar a droga do botão de aceitar amigo? Não que me custe algo, mas me irrita. Ou gosta ou não gosta. Ou tem ou não tem.
Se mandam recados, depoimentos ou qualquer coisa desagradável é só deletar. Não precisa mobilizar o mundo pra ter pena da pobre pessoa perseguida.
Correntes eu simplesmente as apago, não é preciso ler e achar que uma aranha que habita o interior dos banheiros do submundo vai me atacar e eu vou morrer só porque minha unha do dedo indicador vai começar a comer o resto do meu corpo.
E agora que adentro o mundo dos blogs, descubro aqui mais um exemplar dessa raça de nerds mal-comidos, que não foram abraçados o suficiente na primeira infancia.
A falta de talento ou qualquer coisa assim leva os infelizes a odiar blogueiros,
PelamordeDeus, pra que tanta raiva por uma pessoa que é virtual?
Por que não, ler algo, achar que é uma bosta/podre/deprimido/depressivo/depravado/semgraça/tosco/semtalento/qualquercoisa, desligar o computador e ir ter vida?
Por isso que o bombadão não acha perigoso o destino dos blogs no Brasil: Porque ele tem vida, se diverte, da risada, dá uns pega por ai, trabalha, tem amigos e se o orkut tá cheio de tilangos ele abre um facebook até esse perder a graça.
e asssim com todos os outros que tem vida, comem e dormem sem se preocupar se o google rastreia suas vidas ou se tem como o twitter saber onde estavam qdo postavam do celular.
quem quer ser santo é santo, quem quer dar geral dá, quem quer ficar rico fica, quem quer ser feliz é. E isso tudo no mundo real.
A internet é só mais uma possibilidade.
Só mais um lugar.
ps1. votem: sete e meio é q.i. ou tamanho dos documentos do rapaz?
ps2. sete e meio, valeu, eu andava sem assunto e escrever sobre o quanto vc é um fracassado animou meu dia
Alguma vez seu vizinho bombadão já chegou pra você e entre um supino e outro discorreu sobre a indignação dele com a demora pra carregar determinado site?
Ou alguma vez sua prima meiabisca entre um cafa e outro indignou-se com o rumo dos blogs no Brasil?
Ainda, alguma vez, seu amigo workahollic, entre o primeiro e o segundo milhão te encaminhou algum email sobre como o orkut já não é o que era, e agora esté cheio de tilangos?
Talvez, entre uma noitada e outra sua irmã festeira já chorou horrores por que o ultimo post dela não foi comentado, enquanto que aquele blog tal, super ruim, tem dezenas de comentários?
Só mais uma perguntinha, o colega leleski, entre um beck e outro, alguma vez já encheu sua caixa de emails sobre como a internet está cheia de pessoas que não sabem usa-la?
Aposto meu dedinho minguinho do pé esquerdo que não.
Pq?
por que existe vida fora da internet.
E nós, sim eu me incluo na lista das pessoas que vivem fora daqui também, nós usamos a internet como mais um meio de informação, de diversão, entretenimento, social, cultural, ou qualquer outra coisa que seja, mas que fique claro, a grande rede, não é a unica fonte disso.
Me considero uma sobrevivente do orkut, fui uma das primeiras do meu circulo de amigos a te-lo, e assisti as pessoas abrirem e fecharem orkut dezenas de vezes.
Ah, pelo amor de Deus, quantas vezes vou ter que clicar a droga do botão de aceitar amigo? Não que me custe algo, mas me irrita. Ou gosta ou não gosta. Ou tem ou não tem.
Se mandam recados, depoimentos ou qualquer coisa desagradável é só deletar. Não precisa mobilizar o mundo pra ter pena da pobre pessoa perseguida.
Correntes eu simplesmente as apago, não é preciso ler e achar que uma aranha que habita o interior dos banheiros do submundo vai me atacar e eu vou morrer só porque minha unha do dedo indicador vai começar a comer o resto do meu corpo.
E agora que adentro o mundo dos blogs, descubro aqui mais um exemplar dessa raça de nerds mal-comidos, que não foram abraçados o suficiente na primeira infancia.
A falta de talento ou qualquer coisa assim leva os infelizes a odiar blogueiros,
PelamordeDeus, pra que tanta raiva por uma pessoa que é virtual?
Por que não, ler algo, achar que é uma bosta/podre/deprimido/depressivo/depravado/semgraça/tosco/semtalento/qualquercoisa, desligar o computador e ir ter vida?
Por isso que o bombadão não acha perigoso o destino dos blogs no Brasil: Porque ele tem vida, se diverte, da risada, dá uns pega por ai, trabalha, tem amigos e se o orkut tá cheio de tilangos ele abre um facebook até esse perder a graça.
e asssim com todos os outros que tem vida, comem e dormem sem se preocupar se o google rastreia suas vidas ou se tem como o twitter saber onde estavam qdo postavam do celular.
quem quer ser santo é santo, quem quer dar geral dá, quem quer ficar rico fica, quem quer ser feliz é. E isso tudo no mundo real.
A internet é só mais uma possibilidade.
Só mais um lugar.
ps1. votem: sete e meio é q.i. ou tamanho dos documentos do rapaz?
ps2. sete e meio, valeu, eu andava sem assunto e escrever sobre o quanto vc é um fracassado animou meu dia
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