quinta-feira, 18 de março de 2010

devolve-me

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Devolve toda a tranqüilidade
Toda a felicidade
Que eu te dei e que perdi

Devolve todos os sonhos loucos
Que eu construí aos poucos
E te ofereci

Devolve, eu peço, por favor
Aquele imenso amor
Que nos teus braços esqueci

Devolve, que eu te devolvo ainda
Esta saudade infinda
Que eu tenho de ti.

4 comentários:

B disse...

Clara prá mim fica a sensação de que constróis - com ou sem devolução.
Mas...as ternuras têm um valor não é?

Ana Cristina Quevedo disse...

Ai, que coisa mais bela!!!!!!!
Tanto amor e paixão revelados em saudade e desilusão!
Simplesmente divino!

Beijo

=)

Blog do Óbvio - Manoel disse...

Maris, que coisa mais linda! Adorei essa postagem. Beijos com carinho. Manoel.

Francisco II disse...

Passando pra te dar meu novo endereço...
http://pensologosurto-francisco.blogspot.com
Fechei o "Banheiro" mas não saí da Blogosfera... rsrs
Beijãozão!