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Hoje me deu uma vontade danada de te contar sobre meu dia
contar que estou preocupada com a minha tia,
e que no BBB eu to quase torcendo pra Lia.
Hoje me deu saudade de fazer rima
rimas pobres, rimas finas,
eu ameixa, você tangerina.
Eu queria te contar dos bons modos que abandonei
Te contar que de ser paciente cansei
sei que eu ouviria, eu te avisei.
Hoje quiz te ouvir cantar,
pra letra da música te lembrar
como naquela noite, de frente para o mar.
Hoje nas ruas te procurei
pensei em te contar dos livros que comprei
ou de algo que quebrei...
Porque hoje não é um dia especial
nem aconteceu nada de anormal
lembrar de você começou com algo banal.
Só queria te explicar,
que ele, como a você eu nunca vou amar
Ele não tomou o seu lugar.
E essa vontade de voltar o tempo
eu sei, é essa mania minha de fazer remendo
igual a sua de não me ouvir quando estava lendo.
Hoje eu precisava ser cuidada
precisava que você endireitasse a minha estrada
hoje, eu precisava ouvir sua risada
Ainda assim, você não veio
E eu, digo que minha saudade, eu só um devaneio
que o toque da sua mão eu não anseio.
Afinal, deu tempo da lágrima secar,
e aquele anel só veio pra confirmar
que da vida, alguns rumos não se pode mudar.
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sexta-feira, 26 de março de 2010
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Coisas de mãe
Mãe é um ser extraordinário! É uma combinação de peculiaridades que se completam com perfeição.
Essa união de amor incondicional todo cheio de candura com firmeza para corrigir, é essencialmente de mãe.
O doce beijo de boa noite e aquele olhar de "em casa a gente conversa", é coisa de mãe.
Deixar o filho de castigo por notas baixas e fazer mouse de maracujá no domingo é coisa de mãe.
Largar tudo e todos para cuidar do filho doente medindo a temperatura de cinco em cindo minutos, é coisa de mãe.
Aquele abraço aconchegante e o discurso sobre chegar tarde em casa, é coisa de mãe.
Ensinar o filho a crescer e viver, e ao mesmo tempo desejar guarda-lo numa caixinha para que não se machuque, é coisa de mãe.
Ser guerreira destemida e porto seguro, é coisa de mãe.
Preencher todos os espacinhos vazios cumprindo com o papel de mãe e pai ao mesmo tempo, é coisa de mãe.
Estar sempre acompanhando, zelando, chorando e vibrando, mesmo que a distância se intrometa, é coisa de mãe.
Gerar em seu ventre um novo sopro de vida, é coisa de mãe.
Verdadeiras heroínas, merecem ser veneradas a cada novo dia. A sua grandeza e importância não cabem nas minhas palavras. Só posso dizer que admiro e amo vocês.
Essa união de amor incondicional todo cheio de candura com firmeza para corrigir, é essencialmente de mãe.
O doce beijo de boa noite e aquele olhar de "em casa a gente conversa", é coisa de mãe.
Deixar o filho de castigo por notas baixas e fazer mouse de maracujá no domingo é coisa de mãe.
Largar tudo e todos para cuidar do filho doente medindo a temperatura de cinco em cindo minutos, é coisa de mãe.
Aquele abraço aconchegante e o discurso sobre chegar tarde em casa, é coisa de mãe.
Ensinar o filho a crescer e viver, e ao mesmo tempo desejar guarda-lo numa caixinha para que não se machuque, é coisa de mãe.
Ser guerreira destemida e porto seguro, é coisa de mãe.
Preencher todos os espacinhos vazios cumprindo com o papel de mãe e pai ao mesmo tempo, é coisa de mãe.
Estar sempre acompanhando, zelando, chorando e vibrando, mesmo que a distância se intrometa, é coisa de mãe.
Gerar em seu ventre um novo sopro de vida, é coisa de mãe.
Verdadeiras heroínas, merecem ser veneradas a cada novo dia. A sua grandeza e importância não cabem nas minhas palavras. Só posso dizer que admiro e amo vocês.
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